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Hmm…

28 abril, 2008

Dormir à meia noite e acordar às três da manhã. Depois, não dormir mais até as 8h. Com a casa em silêncio, sem poder tomar nenhum estimulante como café ou coca-cola. Se alguém um dia quiser fazer um eletroencefalograma, já fique sabendo: dá sono.

Pois bem, as três horas aquelas que eu podia dormir, não consegui. Daí ficar enrolando até de manhã. Pelo menos meu namorado e episódios de Friends me ajudaram. Bastante, diga-se de passagem (obrigada, amor). Aí no exame me mandam dormir. Tá, Cristina, pensa em outras coisas, não concentra no exame. Tu quer dormir, tá com sono, finge que tá na cama ou no sofá. Pára de girar, mundo. Não posso abrir os olhos. Agonia. Dormi. Quê? Nossa, tinha que dormir pra acordar assim em seguida? Tá, respiro pela boca. Acabou? Bah, lavar o cabelo aqui? É, não dá pra sair na rua assim mesmo. Tá, lavo o cabelo toda torta, molho minha roupa, mas pelo menos posso ir embora. No fim não foi tão terrível assim. Até porque já acabou.

Bom, agora é ir pra casa, fazer uma horinha e aula. Mas claro, chuva. Não podia faltar, oras. Mas muita chuva, o mundo caindo. Pés muito molhados. Droga, frio o dia inteiro agora. Aula chata. Mas sabe que até não estou com sono? RU. Um lagarto no meu arroz. Do tamanho de um grão de arroz, branco igual, mas era um bicho. Juro que era. Frio nos pés. Mas pelo menos pude fazer uma boa ação, emprestei uma sombrinha extra a uma amiga dessombrinhada.

Ligo pro asilo, pra escola, pro ex-fabicano, pra outra escola, pro outro asilo. Consegui marcar as entrevistas. Agora vai esse negócio.

Bah, consegui dormir depois do almoço. Mais de uma hora até. Acordei atrasada, mas tudo bem. Nossa, que médica chata! Arrogante, prepotente, se acha a rainha da cocada preta. E ainda só me fala em dinheiro na consulta, de como a Unimed não cobre o tratamento. Nossa, mesmo que eu tivesse dinheiro, nunca pagaria pra ser atendida por essa mulher. Mas acabou, e posso falar mal de alguém, o que é muito bom de vez em quando.

Vixi, esqueci de marcar a outra médica. Esqueci de entregar a encomenda da minha mãe. Malditos telefonemas, me fizeram esquecer o mundo. Putz, o ônibus não parou na minha parada. Bom, assim já compro pão.

Hoje eu tenho que postar no Jornalismo B. Leio as matérias. Olha, até já escrevo alguma coisa, vai ser fácil hoje, nem sempre é. E caramba, e o sono? Não vem mesmo., que bizarro. Acho que vou escrever pro Interpretando hoje. O que eu escrevo? Hmm…

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2 Comentários leave one →
  1. 28 abril, 2008 21:22

    De nada, amora.
    De nada nada. Foi foda pra caramba. Mas tudo bem, eu sei que tu faria o mesmo (aham, vou nessa).
    😀

  2. 30 abril, 2008 20:15

    um lagarto! daqueles que parecem um jacaré em miniatura ou uma lagartixa gigante? =PPP

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