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E agora?

26 fevereiro, 2009

Se tinha alguma coisa no MST que era praticamente incontestável eram as escolas. Especialistas viam nelas um modelo, ainda mais para o modo de vida itinerante do movimento. As crianças nunca ficavam sem aulas e tinham um ensino de acordo com as suas necessidades, seguindo métodos modernos e respeitados de ensino.

Pois bem, a Secretaria Estadual da Educação e o Ministério Público Estadual mandaram fechar as escolas itinerantes do MST (faz parte do novo jeito de governar, com democracia, sem autoritarismo, como já estamos vendo há um tempo). Agora tem um monte de crianças precisando de escola. A Zero Hora, claro, dá uma manchete dizendo que a rede pública estadual vai acomodar todos os alunos, mas só no texto da matéria ela explica que o governo do estado admite que existam 70 crianças nessas condições, enquanto o Incra diz que são 300. E 300 alunos São Gabriel (onde há quatro assentamentos e os tais 300 alunos) não tem condições de receber. Sim, porque a solução do problema ainda ficou a cargo do município e não do governo do estado.

Bacana esse novo jeito inconsequente de governar.

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